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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

A MATEMÁTICA DA BELEZA

Há muito tempo as pessoas buscam a beleza mais estonteante e duradoura possível, das mais variadas maneiras. Há pouco mais de um século a higiene também passou a ser um dos elementos importantes para se definir o que é belo. Ainda bem! Na época da colonização brasileira, literalmente, a burguesia fedia!
O tempo foi passando e outros artefatos passaram a fazer parte de um conjunto harmonioso que, a partir de certos padrões, muitas vezes questionáveis, endossa um conjunto que, para muitos, define beleza. O vestuário, o modo de agir, o charme e as armas da sedução como os perfumes, cremes, tinturas para cabelo, batons, sombras, delineadores, xampus, esmaltes para unhas... se aliaram aos conceitos de beleza. Hoje, essa lista é grande e, em alguns casos, os problemas que causam também.
Entretanto, há pessoas que não medem esforços e fazem absurdos para fazer parte do que acreditam ser o ápice da beleza. Por exemplo, você seria capaz de esfregar secreções dos órgãos genitais de um castor pelo corpo para "exalar" sensualidade? De usar substâncias que necessitaram do abate de um animal para fazer seu cosmético preferido? Ou comprar substâncias que envolvem testes dolorosos em animais mantidos em cativeiro como cães, coelhos e ratos só para parecer quem você não é? Pois é, tem gente que não está nem aí... e compra! Motivando uma indústria que tortura por interesses econômicos. Tudo para se parecer mais sexy, nem que seja a base de feromônios de outras espécies!
O livro a A MATEMÁTICA DA BELEZA vai além dos cálculos, de dados estatísticos e de informações que podem servir para se avaliar a quantidade de cada ingrediente usado para se fazer alguma formulação especial ou das informações sobre obtenção de matérias-primas e da produtividade industrial. A obra trabalha com as ciências envolvidas, os costumes, os impactos sociais e também com a forma como o nosso planeta reage a tudo isso. É para se pensar!
Saiba muito mais com A MATEMÁTICA DA BELEZA, afinal, beleza combina muito bem com inteligência e informação. Não é mesmo?

A MATEMÁTICA DA BELEZA
Autor: Egidio Trambaiolli Neto
Editora Uirapuru - www.editorauirapuru.com.br
ISBN: 978-85-60404-66-7
Indicado a partir dos 13 anos de idade
 
Quer saber um pouco mais sobre o livro A MATEMÁTICA DA BELEZA? Leia o trecho a seguir, extraído do conteúdo da obra:

(...)As fragrâncias obtidas de animais recebem o nome de aroma selvagem. Os animais mais utilizados para a confecção de artigos de perfumaria são:

1.   Cachalote, Physeter catodon - espécie de baleia que atinge até 20 metros de comprimento e 100 toneladas de massa corpórea. Cada cachalote fornece em média até 5 toneladas de um óleo proveniente da gordura de sua cabeça, o espermacete, que se solidifica quando exposto ao ar. O cachalote alimenta-se basicamente de um molusco, a sépia, que, ao ser decomposto no intestino da baleia origina o âmbar cinzento, produto muito usado em perfumaria. (...)

Trocando em Miúdos

O âmbar cinza é obtido a partir dos intestinos dos cachalotes.
Apenas 5% desses animais abatidos possuem esse produto, pois depende de sua dieta. Especula-se que a formação se dê a partir do bico de sépias que acabam presas na parede dos intestinos desses animais, em um processo de defesa de organismo similar ao usado pelas ostras na produção de pérolas. A massa total de âmbar cinza não extrapola a 10 kg por cachalote; por ser tão incomum, é muito procurado, pois tem grande aplicabilidade em fixadores de perfumes.
Estima-se que a população de cachalote esteja em torno de 1,2 milhão, um valor impreciso, uma vez que a vastidão oceânica e a mobilidade do animal dificultam um levantamento preciso.
A motivação da caça ao cachalote coloca esse animal como vulnerável à extinção.

Responda:
a) O que poderíamos fazer para preservar os cachalotes?
b) Qual é a massa estimada de âmbar cinza disponível na natureza? (...)

Gostou? Leia A MATEMÁTICA DA BELEZA e saiba muito mais sobre a História, a Ciência e a Ganância que fazem do mundo da beleza algo não tão belo como se pensa.

2 comentários:

  1. Não sei se eu falo que nojo ou que horror!
    Vou comprar o livro para aprender mais sobre o assunto.
    Soraia Gusmão

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